segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

MEC libera R$ 312 milhões para custeio de bolsas de estudos

O Ministério da Educação liberou R$ 312,4 milhões para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), nesta terça-feira, 3. Esses recursos serão aplicados em pagamentos de aproximadamente 185 mil bolsas de diversos programas, realização de eventos científicos e projetos de pesquisa.
De acordo com o ministro da Educação, Mendonça Filho, a maior parte dos recursos, R$ 178 milhões, será destinada ao pagamento de 90 mil bolsistas em diversas modalidades. “São bolsistas que estão fazendo mestrado, doutorado ou pós-doutorado, além de professor visitante sênior, iniciação científica, supervisão e do programa Idioma sem Fronteiras. Esses recursos também são destinados ao pagamento de despesas de custeio dos programas de Apoio à Pós-Graduação (Proap) e de Excelência Acadêmica (Proex)”, explicou.
Outros R$ 44,5 milhões permitirão o pagamento de 72 mil bolsas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), 4,9 mil bolsas do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor) e mil bolsas do Observatório da Educação. Outros R$ 16 milhões serão repassados à Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Além disso, o Portal de Periódicos receberá R$ 45,4 milhões e outros R$ 28,4 milhões serão destinados à realização de eventos científicos, ao apoio a projetos de pesquisa aprovados em editais estratégicos, a descentralizações para instituições federais de ensino superior e à capacitação de servidores, entre outros.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/component/content/index.php?option=com_content&view=article&id=43771:mec-libera-r-312-milhoes-para-custeio-de-bolsas-de-estudos&catid=212

Escola deveria incorporar 'conversa de boteco', diz educadora

Em vez de replicar bons sistemas de ensino de outros países, o Brasil deveria se inspirar neles e criar um modelo aproveitando traços da cultura nacional, como o gosto pela música e pela conversa, diz Cláudia Costin, ex-diretora do Banco Mundial para Educação e professora visitante na Universidade Harvard (EUA).
"A dinâmica das aulas deveria lembrar mais nossas rodas de conversa do que uma palestra. Nada é mais contrário à nossa cultura fora dos muros da escola do que a forma como damos aula hoje", afirma.
Em entrevista à BBC Brasil, Costin diz ainda que as centenas de escolas brasileiras ocupadas por estudantes ao longo do ano jamais serão como antes, já que os alunos não aceitarão mais assistir às aulas passivamente.
Formada em administração pública na FGV-SP, Costin passou os dois últimos anos no Banco Mundial, após chefiar entre 2009 e 2014 a secretaria de Educação do Rio de Janeiro na gestão Eduardo Paes (PMDB). Antes, foi secretária de Cultura do Estado de São Paulo (2003-2005) e ministra da Administração e Reforma do Estado do governo FHC (1995-2002).
Ela deixou o banco neste ano para lecionar em Harvard, trabalho que conciliará com a direção do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe). Instalado na FGV-Rio há pouco mais de um mês, o órgão terá entre seus objetivos melhorar a formação de professores.
Confira a entrevista completa em: http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2017/01/02/escola-deveria-incorporar-conversa-de-boteco-diz-educadora.htm

Nova base de dados disponível para pesquisadores

Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão vinculado ao Ministério da Educação, põe à disposição da comunidade acadêmica e científica brasileira, gratuitamente, a base de dados Bentham Science, que reúne mais de 30 títulos, em texto completo, com ênfase em farmácia, biomedicina e medicina.
Na busca por formação nos campos ligados às ciências da saúde, os profissionais da área, além da preocupação com o mercado de trabalho, têm como proposta principal contribuir com a população e com a melhoria dos serviços prestados em ambientes de atuação, como hospitais, academias e escolas, entre outros. Com essa preocupação, especialistas da saúde buscam sempre ampliar as possibilidades solução de problemas e melhorar a qualidade do atendimento.
A Bentham Science distribui, mensalmente, conteúdo a mais de 1,4 milhão de usuários. Dessa forma, obtém ampla visibilidade para as publicações.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/component/content/index.php?option=com_content&view=article&id=43861:base-de-dados-gratuita-esta-aberta-a-comunidade-academica&catid=222